domingo, junho 11, 2006

Liberdade para... odiar

Sem comentários. Ou é da minha vista ou a ilustração, a par de um crucifixo e de um crescente, omite uma estrela de David a caminho do caixote do lixo. Certamente por a peça constituir uma «crítica aos mecanismos de culpa, às ideias que sabotam a liberdade (...)».

3 comentários:

Anónimo disse...

Mas há dúvidas de onde partem todos estes ataques ao Sagrado? Que eu saiba, quem está por detrás disto tudo, sejam das esquerdas ou dos neo-liberais, é sempre Mammon. E os da estrela de seis pontas têem-no por guia...
Aliás, já os Cátaros, antes de serem perseguidos e queimados, em Montségur e Carcassonne, diziam que na verdade não havia um só Arcanjo caído, mas sim dois: Lúcifer e Jeová. O primeiro tentava, e o segundo, fazendo-se passar pelo Criador, ameaçava de seguida com a culpa e o castigo. Uma dupla verdadeiramente infernal. Para eles, Cátaros, só o Cristo era Filho do Verdadeiro Deus, fonte de todo o Bem.
Agora, tirem conclusões.

alex disse...

'cruz de David'...não conheço.

Quanto à Estrela de David não estar na imagem não sei o porquê do 'purismo'.
Querem ver que agora tem que estar em todo o lado?!?!!
Ora essa....

Parece-me que o FSantos está a 'inflacionar' (e de que maneira) determinado 'assunto'.

Ao comentador anterior apenas digo que a chamada 'Cruzada contra os Albigenses' foi um dos maiores desastres da História da Igreja Católica.
Um desastre, um erro e um fiasco.
Julgaram que a 'capitulação' de Montsegur tinha sido o fim.
Enganaram-se.

Como se vê, aliás....

Anónimo disse...

Caro Buíça:
É claro que sei que a «Cruzada contra os Albigenses» (a que Otto Rahn chamou «Cruzada Contra o Graal) foi um fiasco sangrento. Mas nem sequer da Igreja Católica propriamente dita, já que esta não era (nem é) monolítica ou homogénea, bem pelo contrário, mas antes da sede de poder do Papa Inocêncio III e da ordem Dominicana, que queriam impôr uma Teologia de «pensamento único» cristão, e por motivos meramente políticos.
Apenas citei a ideologia Cátara para ilustrar que as coisas nunca são bem como se apregoam, que há muita coisa a investigar e a estudar (nunca aceitei dogmas, viessem de quem viessem, e muito menos as imposições imbecis do «politicamente correcto»), e também como contraponto à escatologia demoníaca ou, pelo menos, de afrontamento de muito mau gosto à crença de cerca de 90% dos Portugueses. Se as minorias «gay» e vermelhuscas querem, na sua cegueira anti-religiosa, agitar a bandeira da agressão, poder-se-ão sair mal. Quanto à não inclusão da «estrela de David» (gostava de saber porque razão é conhecida por esse nome, pois já era usada pelos antigos povos da Índia, milhares de anos antes dos tampinhas calcorrearem a Terra), creio que será pelo apego dos vermelhuscos à já citada mania do «políticamente correcto». Depois, os «camaradas» e os tampinhas ainda os poderiam acusar de «antisemitismo»...