terça-feira, julho 17, 2007

O triunfo dos porcos?

Antigamente aquilo que vêem na imagem era o que acontecia aos traidores à Pátria, como Miguel de Vasconcelos: a morte, por indecente e má figura. Hoje dá-se-lhes tempo de antena, as suas declarações de despudorado iberismo vêm para as primeiras páginas dos jornais, abrem-se debates sobre o tema, discutindo-se a viabilidade da Pátria como quem discute a evolução do preço do petróleo.
A Quinta Coluna iberista está mais activa que nunca, tem os seus agentes mais ou menos discretos, que vão fazendo a promoção do país vizinho contrapondo-a insidiosamente à crise nacional. Os internacionalistas de sempre, socialistas, ex(?)-comunistas e liberais em busca da eficiência e de "sinergias", estão sempre prontos a abraçar qualquer causa que contribua para a diminuição da soberania nacional. A sua máxima é: tudo o que é nacional é mau. Toca de evocar o iberismo, a União Europeia, a globalização, a abertura (maior ainda) à imigração; não passa um dia em que se não "instrua" as massas nesse sentido; ainda ontem, o DN, jornal de uma coerência impecável pois é a voz do regime seja ele qual for (e não temos tido poucos nos mais de 125 anos de vida que leva a folha), que deu tanto destaque à erva daninha nobelizada, tinha um editorial em que defendia que o futuro de Portugal só estava assegurado se... deixássemos entrar ainda mais catrefas de imigrantes. Nada surge ao acaso, as toupeiras anti-nacionais movimentam-se, os incautos caem na ratoeira e os inconformados são cada vez mais uma minoria, quais índios remetidos a uma reserva.

6 comentários:

Rafael Castela Santos disse...

Tranquilo, querido amigo, que por más que rebuznen los iberistas Portugal es eterno. Portugal existe y existirá hasta el final de los tiempos, aunque pueda parecer que en algún momento hay nubes negras en los cielos.
De todas maneras haces bien en hablar de horizontes que exceden a la península ibérica, porque estos mismos iberistas son los que luego hacen apología de la República Universal, de la globalización, de la inmigración incontrolada y de cualquier cosa que sirva para dinamitar el orden natural.
Cosas de los tres puntos.

Lory Boy disse...

Meu caro,

se hoje fosse como antigamente, as nossas ruas estarias cheias de "Migueis de Vasconcelos" que tinham sido atirados pela janela, tal é a quantidade de traidores à Pátria.

Mas que podemos nos fazer?

O anti-nacionalismo cresce, que por falta de educação a esse nivel, quer por actos politicos como constituições Europeias que agora nos querem impor.

Restamos nós e outros tantos que nos orgulhamos e relembramos os nossos 900 anos de história.

PintoRibeiro disse...

Excelente, excelente.

Anónimo disse...

Não viram as estatísticas - Os portugueses acreditam mais na união europeia do que no país (politicos nacionais)

Cá te espero

pvnam disse...

...o futuro de Portugal só estava assegurado se... deixássemos entrar ainda mais catrefas de imigrantes...

---» A luta pela sobrevivência deve começar 'pela base'... e não... 'pelo telhado'!!! Isto é, deve começar pela mobilização das pessoas que possuem DISPONIBILIDADE EMOCIONAL para lutar pela sobrevivência da sua Identidade... que no caso dos europeus... são uma MINORIA!......

CONCLUSÃO ÓBVIA: Face ao avanço da Inquisição Mestiça... é URGENTE, antes que seja tarde demais, reivindicar o LEGÍTIMO Direito ao Separatismo.

Nero disse...

Parece que infelizmente, sim. Cada vez mais.