Mostrar mensagens com a etiqueta Anti-patriotas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Anti-patriotas. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, setembro 19, 2007

Pela Pátria - não lutar

Não tenho por hábito ler blogues de esquerda, não por não estar aberto a ler opiniões alheias mas porque já sei o que é que se encontra em boa parte daqueles, nomeadamente nos "de referência", repositório de lugares comuns politicamente correctos e de defesa de causas que não são de todo as minhas.
Mas andava com a pulga atrás da orelha relativamente à forma como essa rapaziada encararia a extraordinária convicção com que o Lobos, a nossa selecção de rugby, cantam o Hino Nacional. Por pudor não deixo aqui o link para um desses blogues, que evoca esse momento inolvidável de amor pátrio; evocação à qual se segue, na caixa de comentários, um chorrilho de barbaridades, na verdade um vómito de imprecações contra a Pátria do mais boçal que imaginar se possa.
Realmente é impressionante a herança anti-patriótica que o 25 do 4 deixou nas mentalidades, sobretudo nos meios urbanos. Certa clique de pseudo-intelectuais de esquerda nutre um ódio a tudo o que seja louvor às coisas nacionais só com paralelo na forma provinciana e bacoca com que abraça ideias, modas e tiques que venham de fora. São a reserva da anti-nação.

terça-feira, julho 17, 2007

O triunfo dos porcos?

Antigamente aquilo que vêem na imagem era o que acontecia aos traidores à Pátria, como Miguel de Vasconcelos: a morte, por indecente e má figura. Hoje dá-se-lhes tempo de antena, as suas declarações de despudorado iberismo vêm para as primeiras páginas dos jornais, abrem-se debates sobre o tema, discutindo-se a viabilidade da Pátria como quem discute a evolução do preço do petróleo.
A Quinta Coluna iberista está mais activa que nunca, tem os seus agentes mais ou menos discretos, que vão fazendo a promoção do país vizinho contrapondo-a insidiosamente à crise nacional. Os internacionalistas de sempre, socialistas, ex(?)-comunistas e liberais em busca da eficiência e de "sinergias", estão sempre prontos a abraçar qualquer causa que contribua para a diminuição da soberania nacional. A sua máxima é: tudo o que é nacional é mau. Toca de evocar o iberismo, a União Europeia, a globalização, a abertura (maior ainda) à imigração; não passa um dia em que se não "instrua" as massas nesse sentido; ainda ontem, o DN, jornal de uma coerência impecável pois é a voz do regime seja ele qual for (e não temos tido poucos nos mais de 125 anos de vida que leva a folha), que deu tanto destaque à erva daninha nobelizada, tinha um editorial em que defendia que o futuro de Portugal só estava assegurado se... deixássemos entrar ainda mais catrefas de imigrantes. Nada surge ao acaso, as toupeiras anti-nacionais movimentam-se, os incautos caem na ratoeira e os inconformados são cada vez mais uma minoria, quais índios remetidos a uma reserva.